Decidimos seguir a sugestao de várias pessoas que conhecemos aqui em Buenos Aires e fomos ontem a Tigre, cidadezinha que fica a uma hora de distancia. O trajeto de ida e volta custa 2.70 pesos por pessoa. Fizemos de trem, mas dá pra ir de onibus ou carro também. A cidade é toda cercada por rios e o principal atrativo sao navegacoes em catamaras e em barcos menores. Os precos dos passeios vao de 25 pesos a 300 pesos por pessoa dependendo do percurso e do tempor de duracao. Alguns incluem almoco. Em Tigre, há um grande parque de diversoes. A entrada para o Parque de La Costa custa 49 pesos por pessoa. Ontem estava fechado, mas há duas montanhas-russas, uma delas invertida, uma espécie de bumg jump e também espetáculos. Ao lado do parque fica o Trilenium Casino, onde Jean e eu entramos para jogar. Eram 15h e havia um monte de velhinhos jogando naquela infinidade de caca-níqueis coloridas e luminosas. Nós até ganhamos das máquinas algumas vezes (esse momento é bem divertido), mas no final da conta perdemos os 10 pesos que apostamos. Depois de uns minutos de jogatina, fomos ao Puerto de Frutos. Espécie de comércio onde vende-se de tudo. Há lojinhas lindíssimas de decoracao e por precos bem em conta se comparados com lojas de Blu. Também há restaurantes.
Depois cruzamos a ponte sobre o Rio Tigre e caminhamos pelo calcadao á beira-rio, que é uma graca. Havia muitos argetinos sentados nos bancos e no chao tomando mate e outros tocando violao e cantando. A cidade tem um clima bem agradável.
Fomos ainda ao Museu Naval. O ingresso custa 2 pesos por pessoa. O acervo é fantástico. Além de réplicas de avioes, navios e submarinos usados principalmente na luta contra a Inglaterra pela posse das Ilhas Malvinas, o que mais chama atencao sao canhoes, torpedos e armas de verdade usados na batalha. Tem uma sala grande só com essas coisas. No pátio externo, estao alguns avioes que lutaram contra os britänicos.
No fim da tarde voltamos para Bs As. O trajeto de trem é uma delícia. Passa só por áreas muitos povoadas, mas é legal observar o movimento lá fora enquanto o trem segue sobre os trilhos.
Adivinhem o que mais há em Tigre. Mesmo pequena, a cidade tem Mc Donaldas e Burguer King. Foi a primeira coisa que viemos ao desembarcamos na estacao principal.
Depois cruzamos a ponte sobre o Rio Tigre e caminhamos pelo calcadao á beira-rio, que é uma graca. Havia muitos argetinos sentados nos bancos e no chao tomando mate e outros tocando violao e cantando. A cidade tem um clima bem agradável.
Fomos ainda ao Museu Naval. O ingresso custa 2 pesos por pessoa. O acervo é fantástico. Além de réplicas de avioes, navios e submarinos usados principalmente na luta contra a Inglaterra pela posse das Ilhas Malvinas, o que mais chama atencao sao canhoes, torpedos e armas de verdade usados na batalha. Tem uma sala grande só com essas coisas. No pátio externo, estao alguns avioes que lutaram contra os britänicos.
No fim da tarde voltamos para Bs As. O trajeto de trem é uma delícia. Passa só por áreas muitos povoadas, mas é legal observar o movimento lá fora enquanto o trem segue sobre os trilhos.
Adivinhem o que mais há em Tigre. Mesmo pequena, a cidade tem Mc Donaldas e Burguer King. Foi a primeira coisa que viemos ao desembarcamos na estacao principal.
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Á noite, fizemos parillada, típico churrasco argentino, aqui no hostal. Compramos as carnes no mercado público aqui do bairro. O Felipe, colombiano, foi quem assou. O Jean fez a caipirinha. Estava conosco ainda nosso amigo Shin, um japa que veio de moto para a América do Sul. Comemos muito. Além dos cortes das carnes serem diferentes dos do Brasil, há um molhinho ä base de ervas (chimichurri) que dá um sabor especial ä parrillada.

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