segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Fim das férias ( de 2009)
Voltamos da Argentina há uma semana, mas só hoje chegamos realmente em casa. Acabei agorinha de desfazer minha mochila e organizar a bagunça toda. O Jean voltou a trabalhar hoje e eu ainda tenho amanhã para ficar sem fazer nada. Delícia! Passamos a semana em Floripa e Itapema. Alguns dias sozinhos, outros com Indy, Ramon, Rodrigo e Geo. Nos divertimos. Estou aqui tentando fazer uma análise das férias...Depois posto no blog
21 e 22 Dias - Bs As+ Montevidéu+ Curitiba+Blu
Ficamos um tempinho sem escrever, mas nosso último dia em Buenos Aires (sábado,8 de agosto) foi bem tranquilo. Só demos mais umas voltas por San Telmo, ficamos tentando decidir onde passaríamos a última semana de férias e arrumamos as mochilas para embarcar de volta para o Brasil. Domingo (9 de agosto), saíamos as 8h30min do Hostal de San Telmo e só chegamos em Blu quase 22h. Isso porque perdemos o ônibus das 15h em Curitiba e só embarcamos de volta para casa depois das 17h. O ônibus parou em todos o lugares possíveis. Dia cansativo!!!
Ah...Em Curitiba, vimos mais gente tossindo e com sintomas da nova gripe do que em todos os dias que em que estivemos na Argentina. Definitivamente a situação por aqui parece bem pior do que lá.
Ah...Em Curitiba, vimos mais gente tossindo e com sintomas da nova gripe do que em todos os dias que em que estivemos na Argentina. Definitivamente a situação por aqui parece bem pior do que lá.
sábado, 8 de agosto de 2009
20º Dia - Flamenco en Bs As
Passamos a sexta-feira sem muitos agitos, bem ao contrário do movimento das ruas de Buenos Aires. Fizemos pizza para o almoco e para o jantar e demos umas saidinhas aqui por perto. No fim da tarde fomos ä Plaza Dorego, a principal aqui de San Telmo, rodeada por bares e antiquários. Entramos num restaurante para ver um show de tango, mas tinha recém acabado.Tomamos dois chopes e voltamos para o hostel. Ás 22h30min, fomos ä praca novamente. Como vimos um show de tango (lindo por sinal e caro) quando estivemos aqui em 2007, optamos ontem entao por ir a um show de Flamenco, também tradicional por aqui, no Todo Mundo Resto & Bar. Nao precisamos pagar entrada, mas a consumacao mínima tem de ser de 30 pesos por pessoa. Gastamos 66 pesos por um chope, dois cubas, um chá e um café. O show foi excelente, uma vibracao muito boa. Os músicos (percusao (tinha até um derbake), vocal, violao e baixo) eram muito bons e o casal de dancarinos também. A apresentacao comecou apenas com música. Depois, o casal dancou um pouco. Em seguida, mais música. Daí o dancarino assumiu o palco e fez passos mirabolantes no pequeno espaco onde dancava. Foram mais de 10 minutos de uma apresentacao com movimentos limpos e bem marcados. Pausa para o grupo. O show recomecou com os músicos fazendo solo. Eles cantaram juntos algumas músicas e na sequencia a bailarina dancou sozinha por 10 minutos. Fez movimentos bem harmonizados e ritimados. Mais um pouco de música e o casal se uniu para dancar junto novamente. O espetáculo durou cerca de uma hora e meia terminou sob muitas palmas. Pensei até em fazer um vídeo, mas daí o Jean disse que o melhor mesmo é vocës virem aqui ver. A vibracao do show, que nos fez querer dancar e batucar na mesa, precisa ser sentida ao vivo. E essa sensacao é melhor do que qualquer fotografia ou vídeo, com certeza!
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
19º Dia - Bs As
Ontem, passamos boa parte do dia percorrendo livrarias e sebos da Calle Florida e da Avenida Corrientes, aqui em Buenos Aires, á procura de alguns livros. Andamos, andamos e andamos...Mas nao encontramos exatamente o que queríamos, apesar das inúmeras ofertas que há por aqui. O dia estava ensolarado e, como sempre, havia muita gente nas ruas da Capital. Ä noitinha, demos mais uma volta aqui em San Telmo. Por volta das 22h, fomos ao Bar El Federal. Fica na esquina da Calle Carlos Calvo, onde fica nosso hostel, com a Calle Peru. O lugar é famoso aqui em Bs As por se um dos bares mais antigos. A maioria dos movéis sao da época em que o estabelecimento abriu, em 1864. Também há nas paredes propagandas antigas de Toddy, bebidas e outros produtos. Como a casa nao oferece cerveja Quilmes, tomamos chopes de fabricacao do próprio bar. O caneco de 400 ml do chope rubio (pilsen) custa 7.50 pesos. Nao entendo muito de bebida, mas até que era gostosinho. Eles servem a bebida acompanhada com um potinho cheio de amendoin. Como Jean e eu tínhamos comido horrores antes de ir ao bar (e comemos todos os amendoins do pote), nao tivemos estomago para provar os pratos da casa. Mas o cardápio é gigantesco, tudo o que voce pensar tem lá. Mas o que mais vimos as pessoas comendo foram tábuas de frios e sanduíches... O importante é que ficamos bem alegres com o tal do chope. Ah....de repente entrou uma mulher no bar cantando músicas argentinas...Ela tinha um vozerao. Fiz um vídeo, mas nao posso postar porque deixei o cabo do celular em Blu.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
18º Dia - Puerto Madero at night
Passamos o dia de ontem planejando algumas coisas e pensando nas próximas férias. Por isso, ficamos praticamente o dia todo no hostel. O ambiente é bem tranquilo aqui. Dá pra fazer comida a qualquer hora, se esticar no sofá...
Á noite, fomos a Puerto Madero. Revitalizado em 2000, o local, cujo porto agora só funciona para atividades turísticas, abriga um complexo de bares, restaurantes, empresas, teatros e até universidade. É bem pertinho de onde estamos e fomos caminhando. A noite estava um delícia, com um ventinho suave, e Puerto Madero ficou ainda mais bonito ä luz do luar. Havia muitas pessoas correndo e sentadas ä beira do rio. Também havia calouros da UCA (universidade que fica em Puerto Madero mesmo) levando trote. Além das construcoes revitalizadas, a ponte que liga as duas margens do rio (Puente de la Mujer - foto by Jean) também é um cartao-postal da Grande Buenos Aires. Depende do angulo em que a olhamos e da distancia que estamos dela, temos percepcoes diferentes da estrutura. A parte do mastro, que é vertical, muitas vezes parece estar na diagonal. Inaugurada em 2001, a passarela de pedestre se move para permitir a passagem de navios. Criacao do arquiteto Santiago Calatrava, a estrutura de plástico da obra (parte branca) é interpretada pelo autor como a figura de um casal dançando tango, onde o mastro representa o homem e a silhueta curva da ponte, a mulher. Estamos até agora tentando ter essa visao, mas ainda nao conseguimos... Olhem a foto e nos digam o que acham. Se der, vamos passar por lá mais uma vez para tentar ver o tal casal dancando.
Depois de algumas horas de passeio, voltamos para o hostel. Apesar de ter quase 14 milhoes de habitantes, Buenos Aires nos pareceu bem segura. Andamos muito durante o dia e ä noite também e náo tivemos problema nenhum. Em 2007, quando estivemos aqui pela primeira vez tivemos um pouco de receio ao ir em La Boca. Varias pessoas nos disseram que era perigoso e como o estádio La Bombonera ainda estava fechado (eram umas 9h), pegamos um táxi e saímos rapidinho do bairro. Este ano, passeamos por lá tranquilamente. Fomos á tarde e havia muitas pessoas na rua. Também havia bastante policiais...
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Daqui a pouco vamos ao Bar El Federal, um dos mais antigos de Buenos Aires (abriu em 1864) e que fica just around the corner... Amanha conto o que fizemos hoje e quantas Quilmes tomamos.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
17º Dia - Tigre
Decidimos seguir a sugestao de várias pessoas que conhecemos aqui em Buenos Aires e fomos ontem a Tigre, cidadezinha que fica a uma hora de distancia. O trajeto de ida e volta custa 2.70 pesos por pessoa. Fizemos de trem, mas dá pra ir de onibus ou carro também. A cidade é toda cercada por rios e o principal atrativo sao navegacoes em catamaras e em barcos menores. Os precos dos passeios vao de 25 pesos a 300 pesos por pessoa dependendo do percurso e do tempor de duracao. Alguns incluem almoco. Em Tigre, há um grande parque de diversoes. A entrada para o Parque de La Costa custa 49 pesos por pessoa. Ontem estava fechado, mas há duas montanhas-russas, uma delas invertida, uma espécie de bumg jump e também espetáculos. Ao lado do parque fica o Trilenium Casino, onde Jean e eu entramos para jogar. Eram 15h e havia um monte de velhinhos jogando naquela infinidade de caca-níqueis coloridas e luminosas. Nós até ganhamos das máquinas algumas vezes (esse momento é bem divertido), mas no final da conta perdemos os 10 pesos que apostamos. Depois de uns minutos de jogatina, fomos ao Puerto de Frutos. Espécie de comércio onde vende-se de tudo. Há lojinhas lindíssimas de decoracao e por precos bem em conta se comparados com lojas de Blu. Também há restaurantes.
Depois cruzamos a ponte sobre o Rio Tigre e caminhamos pelo calcadao á beira-rio, que é uma graca. Havia muitos argetinos sentados nos bancos e no chao tomando mate e outros tocando violao e cantando. A cidade tem um clima bem agradável.
Fomos ainda ao Museu Naval. O ingresso custa 2 pesos por pessoa. O acervo é fantástico. Além de réplicas de avioes, navios e submarinos usados principalmente na luta contra a Inglaterra pela posse das Ilhas Malvinas, o que mais chama atencao sao canhoes, torpedos e armas de verdade usados na batalha. Tem uma sala grande só com essas coisas. No pátio externo, estao alguns avioes que lutaram contra os britänicos.
No fim da tarde voltamos para Bs As. O trajeto de trem é uma delícia. Passa só por áreas muitos povoadas, mas é legal observar o movimento lá fora enquanto o trem segue sobre os trilhos.
Adivinhem o que mais há em Tigre. Mesmo pequena, a cidade tem Mc Donaldas e Burguer King. Foi a primeira coisa que viemos ao desembarcamos na estacao principal.
Depois cruzamos a ponte sobre o Rio Tigre e caminhamos pelo calcadao á beira-rio, que é uma graca. Havia muitos argetinos sentados nos bancos e no chao tomando mate e outros tocando violao e cantando. A cidade tem um clima bem agradável.
Fomos ainda ao Museu Naval. O ingresso custa 2 pesos por pessoa. O acervo é fantástico. Além de réplicas de avioes, navios e submarinos usados principalmente na luta contra a Inglaterra pela posse das Ilhas Malvinas, o que mais chama atencao sao canhoes, torpedos e armas de verdade usados na batalha. Tem uma sala grande só com essas coisas. No pátio externo, estao alguns avioes que lutaram contra os britänicos.
No fim da tarde voltamos para Bs As. O trajeto de trem é uma delícia. Passa só por áreas muitos povoadas, mas é legal observar o movimento lá fora enquanto o trem segue sobre os trilhos.
Adivinhem o que mais há em Tigre. Mesmo pequena, a cidade tem Mc Donaldas e Burguer King. Foi a primeira coisa que viemos ao desembarcamos na estacao principal.
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Á noite, fizemos parillada, típico churrasco argentino, aqui no hostal. Compramos as carnes no mercado público aqui do bairro. O Felipe, colombiano, foi quem assou. O Jean fez a caipirinha. Estava conosco ainda nosso amigo Shin, um japa que veio de moto para a América do Sul. Comemos muito. Além dos cortes das carnes serem diferentes dos do Brasil, há um molhinho ä base de ervas (chimichurri) que dá um sabor especial ä parrillada.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
16º Dia - Buenos Aires
Hoje passeamos mais um pouco por Bs As. Fomos ao Bairro Palermo, a regiao mais arborizada da cidade e uma das mais chique também. Passamos pelo Jardim Botänico. Todas as árvres e plantas tem fichinha de indentificacao. O lugar é lindo, agradável (muitas pessoas deitam na grama para descansar) e tem um monte de gatos. Contamos uns 40 mais ou menos. Tem brancos, pretos, cinzas, rajados... Também fomos ao Jardim Japones. Pequeno, mas muito charmoso. A entrada custa 5 pesos por pessoa. Tem um restaurante típico, loja de lembracinhas e uma biblioteca. Em alguns dias da semana, há apresentacoes de samurais e dancas japonesas. Queríamos visitar o zoológico, mas estava fechado. Conseguimos observar alguns flamingos através das grades... Á noite, percorremos mais algumas ruas do Bairro San Telmo, onde estamos. Achamos lugares ainda mais legais. Tem um mercado público que vende de tudo e muitas lojas de antiguidades, decoracao e roupas. As construcoes e as ruas sao ainda mais antigas. Ah...conseguimos encontrar Velho Barreiro e limoes para fazer caipirinha aqui no hostel.
15º Dia - El Calafate + Bs As
Estamos em Buenos Aires novamente. Saímos ontem as 11h30min de El Calafate e chegamos aqui perto das 14h30min. Nos hospedamos novamente no El Hostel de San Telmo. A estrutura é simples, mas a tarifa é a mais em conta que encontramos (28 pesos por pessoa por noite) e o atendimento é muito bom. Todo o pessoal que trabalha aqui é bem atencioso. Só saímos para ir ao Mc Donalds e para ir no super comprar umas coisinhas. Ficamos no hostel nos entrentendo com duas criancas. Michelle e Jimi moram na Argentina, mas estao voltando para Chicago, onde nasceram. Ela tem 11 anos e ele 7. Os dois sao muito comunicativos e elétricos...Desenham, pintam, nos dao dicas de onde ir, nos ensinam a jogar cartas e nao param um segundo sequer. Em Ushuaia fizemos outra amiguinha. Kiara é uma menininha esperta demais para os 4 anos que tem. Fez amizade com todos que chegavam no Hostel Los Cormoranes e se esforcava para que pudessemos compreeder o que ela dizia em castelhano. Educada, estava sempre dizendo bom dia, obrigada e perguntando se estava tudo bem. Um mimo de pessoa! Este ano, encontramos muitas famílias com criancas no hostel. É bacana ver isso. Essas criancas crescem convivendo com diferentes culturas e pessoas e aprendem desde cedo a compartilhar espacos e dividir opinioes.
sábado, 1 de agosto de 2009
14º Dia - El Calafate
Passamos o dia caminhando por El Calafate e assistindo filmes. Pela manha, decidimos trocar de hostel. Nao estavamos muito confortaveis no Hostel de Las Manos. O quarto era frio, o café da manha é o pior de todos os hostels por onde passamos - pao seco, café e chá - e as meninas da recepcao nao quiseram nem ligar para um número gratuito da Aerolineas Argetinas para pedir uma informacao que precisavamos...Agora estamos no Hostel Del Glaciar Libertador. Também nao aceita cartao de crédito e custa 5 pesos a mais por pessoa, mas tem uma estrutura bem mais aconchegante e os funcionários sao bem mais atenciosos também. Só ficaremos aqui até amanha, pois embarcaremos de volta para Buenos Aires às 11h31min.
El Calafate tem aproximadamente 17 mil habitantes e é bem pequenininha. Só tem uma avenida, a Libertador General San Martin, onde ficam bancos, agências de viagem, lojas de artesanto e alguns restaurantes. O horário do comércio é uma beleza. As lojas abrem das 9h ao meio-dia e das 16h às 21h.
El Calafate tem aproximadamente 17 mil habitantes e é bem pequenininha. Só tem uma avenida, a Libertador General San Martin, onde ficam bancos, agências de viagem, lojas de artesanto e alguns restaurantes. O horário do comércio é uma beleza. As lojas abrem das 9h ao meio-dia e das 16h às 21h.
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